Paris inaugura exposição em homenagem a Sebastião Salgado com 200 fotografias 21 de fevereiro de 2026
Homenagem a Lula na Sapucaí vira alvo de ação do PL no TSE e gera tensão familiar 20 de fevereiro de 2026
Plataformas digitais do Governo da Bahia alcançam mais de 252 milhões de usuários no Carnaval 19 de fevereiro de 2026
Após destaque no Globo de Ouro, “O Agente Secreto” amplia reconhecimento em premiações internacionais 13 de janeiro de 2026
Wagner Moura faz história e conquista Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama 12 de janeiro de 2026
CompartilheCompartilhe 0 O Partido Liberal (PL) anunciou ter alcançado o número mínimo de 257 assinaturas necessário para que o projeto de lei que propõe a anistia aos envolvidos nos atos golpistas de 8 de Janeiro seja votado em regime de urgência no Plenário da Câmara. Com o apoio obtido, o texto poderá ser apreciado diretamente pelos deputados, sem necessidade de tramitação nas comissões da Casa. Segundo o colunista Lauro Jardim, o partido agora concentra esforços para pressionar o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a pautar o projeto o quanto antes. A movimentação acendeu um alerta no Palácio do Planalto. De acordo com a jornalista Bela Megale, causou forte indignação entre assessores e ministros do governo federal o fato de mais de 100 parlamentares da base aliada do presidente Lula terem assinado o pedido de urgência, sinalizando uma possível dissidência e falta de controle do Executivo sobre sua própria articulação política. O projeto de anistia, defendido por setores bolsonaristas e por parlamentares ligados ao PL, é alvo de duras críticas por relativizar os atos antidemocráticos ocorridos na Praça dos Três Poderes, que culminaram na depredação das sedes dos Poderes em Brasília. Integrantes do Judiciário e entidades da sociedade civil têm se posicionado contra qualquer tentativa de perdoar os envolvidos. A pressão sobre Hugo Motta, que recentemente assumiu a presidência da Câmara após a saída de Arthur Lira, aumenta a tensão no Congresso. Apesar do avanço na coleta de assinaturas, ainda não há data definida para a votação da proposta. Nos bastidores, o governo tenta identificar os parlamentares da base que assinaram o pedido, em um esforço para conter danos e evitar uma derrota simbólica em plenário. A crise revela as dificuldades da articulação política do Planalto, mesmo com uma base teoricamente majoritária. A tentativa de anistiar os envolvidos no 8 de Janeiro reacende o debate sobre a responsabilidade institucional diante de atos golpistas e o futuro da democracia no país.
O Partido Liberal (PL) anunciou ter alcançado o número mínimo de 257 assinaturas necessário para que o projeto de lei que propõe a anistia aos envolvidos nos atos golpistas de 8 de Janeiro seja votado em regime de urgência no Plenário da Câmara. Com o apoio obtido, o texto poderá ser apreciado diretamente pelos deputados, sem necessidade de tramitação nas comissões da Casa. Segundo o colunista Lauro Jardim, o partido agora concentra esforços para pressionar o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a pautar o projeto o quanto antes. A movimentação acendeu um alerta no Palácio do Planalto. De acordo com a jornalista Bela Megale, causou forte indignação entre assessores e ministros do governo federal o fato de mais de 100 parlamentares da base aliada do presidente Lula terem assinado o pedido de urgência, sinalizando uma possível dissidência e falta de controle do Executivo sobre sua própria articulação política. O projeto de anistia, defendido por setores bolsonaristas e por parlamentares ligados ao PL, é alvo de duras críticas por relativizar os atos antidemocráticos ocorridos na Praça dos Três Poderes, que culminaram na depredação das sedes dos Poderes em Brasília. Integrantes do Judiciário e entidades da sociedade civil têm se posicionado contra qualquer tentativa de perdoar os envolvidos. A pressão sobre Hugo Motta, que recentemente assumiu a presidência da Câmara após a saída de Arthur Lira, aumenta a tensão no Congresso. Apesar do avanço na coleta de assinaturas, ainda não há data definida para a votação da proposta. Nos bastidores, o governo tenta identificar os parlamentares da base que assinaram o pedido, em um esforço para conter danos e evitar uma derrota simbólica em plenário. A crise revela as dificuldades da articulação política do Planalto, mesmo com uma base teoricamente majoritária. A tentativa de anistiar os envolvidos no 8 de Janeiro reacende o debate sobre a responsabilidade institucional diante de atos golpistas e o futuro da democracia no país.
Notícias Governador prestigia posse do promotor Pedro Maia, reconduzido ao comando do MP baiano 13 horas ago0
Notícias Bahia participa de agenda no Ministério da Saúde em meio à ampliação de investimentos no estado 13 horas ago0
Notícias Neste sábado (28), governador Jerônimo Rodrigues cumpre maratona de entregas e anúncios no Sudoeste baiano 14 horas ago0
Capital ‘De Olho na Segurança’: Segundo dia do workshop simula coberturas de alto risco e avalia práticas jornalísticas 14 horas ago0
Esporte Com presença do governador, City Football Gruop inicia obras no maior CT da América Latina 14 horas ago0
Notícias Bahia intensifica vigilância contra sarampo e rubéola com mobilização do Dia “S” de Busca Ativa 14 horas ago0
Bahia participa de agenda no Ministério da Saúde em meio à ampliação de investimentos no estado 13 horas ago
Neste sábado (28), governador Jerônimo Rodrigues cumpre maratona de entregas e anúncios no Sudoeste baiano 14 horas ago
Paris inaugura exposição em homenagem a Sebastião Salgado com 200 fotografias 21 de fevereiro de 2026
Homenagem a Lula na Sapucaí vira alvo de ação do PL no TSE e gera tensão familiar 20 de fevereiro de 2026
Plataformas digitais do Governo da Bahia alcançam mais de 252 milhões de usuários no Carnaval 19 de fevereiro de 2026
Após destaque no Globo de Ouro, “O Agente Secreto” amplia reconhecimento em premiações internacionais 13 de janeiro de 2026
Wagner Moura faz história e conquista Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama 12 de janeiro de 2026