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Países de renda média, como o Brasil, caminham para um “tsunami de novos casos de câncer” nas próximas décadas, o alerta foi feito pela epidemiologista Elisabete Weiderpass, diretora da Agência Internacional de Pesquisa em Câncer, ligada à Organização Mundial da Saúde.

Segundo Weiderpass, o rápido envelhecimento da população, aliado ao crescimento expressivo no número de diagnósticos previsto até 2050, deve impor uma pressão sem precedentes sobre os sistemas públicos de saúde, tornando-os potencialmente insustentáveis se não houver planejamento e investimentos adequados.

A diretora da Iarc destacou que muitos desses países ainda enfrentam limitações estruturais, dificuldades no acesso ao diagnóstico precoce e desigualdades no tratamento, fatores que tendem a agravar o impacto do aumento de casos.

De acordo com a especialista, o cenário exige ações imediatas, com políticas públicas voltadas à prevenção, ao rastreamento e ao fortalecimento dos sistemas de saúde, para evitar que o avanço da doença se transforme em uma crise sanitária de grandes proporções nas próximas décadas.

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