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CompartilheCompartilhe 0 Medicamento reduz risco de infecção a quase zero e representa avanço significativo em relação à PrEP oral diária usada desde 2017 no SUS. A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta segunda-feira (15) a recomendação oficial do uso do lenacapavir injetável como profilaxia pré-exposição (PrEP) para a prevenção do HIV. O novo antiviral, de aplicação semestral, surge como uma alternativa inovadora ao regime atual, que exige a ingestão diária de comprimidos e é utilizado desde 2017 no Sistema Único de Saúde (SUS). Apesar de não se tratar de uma vacina, o lenacapavir apresenta uma eficácia que reduz o risco de infecção por HIV a níveis próximos de zero. Comercializado com o nome Yeztugo, o medicamento já havia recebido aprovação da FDA (agência reguladora dos EUA) em junho deste ano, e agora ganha respaldo internacional com a chancela da OMS. A principal vantagem apontada pela entidade de saúde é a praticidade do novo esquema. Com apenas duas injeções por ano, o tratamento promete aumentar a adesão de pessoas em grupos de risco, especialmente jovens, populações vulneráveis e indivíduos com dificuldades de manter o uso diário da PrEP oral. “O lenacapavir representa uma transformação na prevenção do HIV. A aplicação semestral pode ampliar o acesso e reduzir significativamente novas infecções, especialmente em regiões com altos índices de contágio”, destacou a OMS em comunicado. No Brasil, o Ministério da Saúde ainda não confirmou se pretende incorporar o novo medicamento ao SUS. No entanto, especialistas em saúde pública veem a recomendação como um marco que pode influenciar futuras políticas de prevenção no país. A notícia foi recebida com entusiasmo por organizações que atuam na luta contra a AIDS. Para elas, o avanço no campo da prevenção é essencial para alcançar a meta da ONU de acabar com a epidemia de HIV como ameaça à saúde pública até 2030. Enquanto a implementação global do lenacapavir ainda depende de aprovações locais e negociações de preço com os fabricantes, a expectativa é de que o antiviral mude o paradigma da prevenção e ajude a romper barreiras sociais e logísticas no combate ao HIV.
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