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CompartilheCompartilhe 0 Uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) prendeu, nesta terça-feira (13), o empresário Sidney Oliveira, fundador da Ultrafarma, e Mário Otávio Gomes, diretor estatutário do grupo Fast Shop, em uma investigação que apura um esquema bilionário de fraudes tributárias envolvendo auditores fiscais da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. Também foi detido o auditor fiscal Artur Gomes da Silva Neto, apontado como o principal operador do esquema, que teria movimentado cerca de R$ 1 bilhão em propinas desde 2021. De acordo com as investigações, o servidor público utilizava sua posição na Diretoria de Fiscalização da Fazenda estadual para viabilizar pedidos fraudulentos de ressarcimento de créditos de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) em nome de grandes empresas. Segundo o MP-SP, Artur coletava e organizava toda a documentação necessária para simular a legalidade dos pedidos de crédito tributário. Em troca, recebia vantagens indevidas, que abasteciam o esquema de corrupção. As fraudes eram sofisticadas, com o uso de empresas reais e documentação autêntica para camuflar a ilicitude das operações. As empresas citadas teriam se beneficiado diretamente do esquema, com valores milionários restituídos de forma irregular. A Ultrafarma não se manifestou oficialmente até o momento. Já a Fast Shop afirmou, em nota, que está colaborando com as autoridades competentes e fornecendo todas as informações solicitadas. A operação contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), da Receita Estadual e da Polícia Civil. Mandados de busca e apreensão também foram cumpridos em endereços ligados aos investigados. Os envolvidos poderão responder por crimes como corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, organização criminosa e falsidade ideológica. A investigação continua sob sigilo e novas diligências estão previstas. O MP-SP avalia que este pode ser um dos maiores esquemas de fraudes fiscais da história recente do estado.
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