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A Meta anunciou a desativação de sua ferramenta de monitoramento de redes sociais, CrowdTangle, amplamente utilizada por jornalistas para analisar a disseminação de conteúdo nas plataformas. A decisão de desativar o CrowdTangle, que havia se tornado motivo de constrangimento para a empresa após reportagens apontarem que o Facebook favorecia a distribuição de conteúdo conservador, gerou controvérsia. Mesmo com pedidos de parlamentares dos EUA para que a ferramenta fosse mantida até as eleições de novembro, a Meta alegou que o recurso “não fornecia um retrato representativo” do que ocorria em suas plataformas e manteve a decisão.

Enquanto isso, o chatbot Grok, do X, anteriormente conhecido como Twitter, agora permite que usuários criem imagens a partir de prompts de texto. No entanto, o lançamento da ferramenta tem sido tão caótico quanto outras mudanças implementadas na rede social de Elon Musk. Assinantes premium do X, que têm acesso ao Grok, têm utilizado a ferramenta sem restrições, criando e compartilhando imagens polêmicas e inapropriadas. Exemplos incluem montagens de figuras públicas como Barack Obama, Donald Trump e Kamala Harris em situações comprometedoras e ofensivas.

A falta de filtros adequados no Grok gerou preocupações sobre o uso irresponsável da ferramenta de inteligência artificial, que já está sendo criticada pela comunidade online. Em um teste realizado pelo site The Verge, foi possível criar imagens perturbadoras, como Donald Trump em um uniforme nazista e Taylor Swift em trajes íntimos, o que levanta questões sobre a ética e o controle do conteúdo gerado por IA nas plataformas de redes sociais.

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