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Documentos recém-divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos indicam que Jeffrey Epstein, bilionário acusado de tráfico sexual de menores, possuía um CPF registrado no Brasil.

A informação consta em uma relação de arquivos tornada pública nas últimas semanas, dentro de uma pasta intitulada “Arquivos diversos”, vinculada ao nome de Epstein. O material integra um conjunto de documentos que vêm sendo liberados pelas autoridades norte-americanas no âmbito de investigações e processos relacionados ao caso.

Até o momento, não há detalhamento público sobre as circunstâncias do eventual registro do CPF, nem esclarecimentos sobre sua utilização ou validade. O número aparece apenas listado na documentação, sem informações adicionais que indiquem vínculo formal com atividades no país.

O caso reacende questionamentos sobre a rede de relações internacionais mantida por Epstein, que morreu em 2019 enquanto aguardava julgamento nos Estados Unidos. A menção a um documento brasileiro deve ser objeto de apuração para verificar autenticidade, contexto e possíveis desdobramentos legais.

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