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CompartilheCompartilhe 0 A morte do ativista conservador norte-americano Charlie Kirk provocou reações intensas no Brasil e nos Estados Unidos, após comentários celebrando o crime feitos por figuras públicas brasileiras. No sábado (14), o vice-secretário de Estado dos EUA, Christopher Landau, anunciou a revogação do visto — ou a proibição de emissão — para o neurocirurgião brasileiro Ricardo Barbosa, que publicou em uma rede social elogios ao autor do assassinato de Kirk. Em um post no Instagram, Barbosa escreveu: “Um salve a este companheiro de mira impecável. Coluna cervical.” A fala, que faz referência à região atingida pelo tiro fatal, gerou ampla repercussão. Landau classificou o comentário como “assustador” e pediu que autoridades brasileiras investigassem o caso. Após a polêmica, o médico foi desligado da clínica em que trabalhava, no Recife, que declarou em nota que a manifestação não representa seus valores institucionais. O episódio ganhou novos contornos quando, no mesmo fim de semana, o historiador Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, também comemorou em vídeo a morte de Kirk. A declaração levou a PUCRS a cancelar um evento com o autor, que estava programado para este domingo (15), no campus da universidade em Porto Alegre. Bueno apresentaria o espetáculo Brasil: Pecado Capital. Em nota, a PUCRS afirmou que repudia “qualquer manifestação contrária à vida e à dignidade humana”. A declaração do historiador também resultou no cancelamento de uma palestra prevista para a inauguração da Livraria da Travessa, na capital gaúcha, onde ele também participaria de atividades culturais. A escalada de reações evidencia o impacto internacional da morte de Charlie Kirk, um influente ativista de direita nos EUA, e levanta debates no Brasil sobre os limites da liberdade de expressão diante de discursos que exaltam a violência. A revogação de visto por parte dos EUA e os cancelamentos de eventos reforçam a tendência de intolerância zero a manifestações que possam ser interpretadas como apologia ao crime. O governo brasileiro ainda não se pronunciou oficialmente sobre os desdobramentos diplomáticos do caso. Já entidades médicas e acadêmicas vêm sendo pressionadas a se posicionar publicamente diante das declarações.
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