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Em 2025, a taxa de natalidade da China atingiu o nível mais baixo de toda a série histórica, consolidando quatro anos consecutivos de queda populacional, mesmo após esforços governamentais para reverter a tendência. A taxa chegou a 5,63 nascimentos por mil habitantes, um recuo significativo em relação aos 17,82 partos por mil habitantes registrados no final da década de 1970.

A redução contínua dos nascimentos ocorre apesar do fim, há uma década, da rígida política de planejamento familiar que permitia apenas um filho por casal, medida implementada para conter o crescimento populacional e evitar superlotação. Posteriormente, o governo autorizou o segundo filho em 2016 e o terceiro em 2021, numa tentativa de estimular a natalidade.

Especialistas apontam que a diminuição da taxa de nascimentos reflete não apenas mudanças estruturais na sociedade, como o envelhecimento populacional, urbanização e custos elevados de educação e moradia, mas também transformações culturais, com jovens casais optando por ter menos filhos ou adiar a maternidade e paternidade.

O cenário demográfico coloca desafios significativos para a economia chinesa, incluindo redução da força de trabalho, pressões sobre o sistema previdenciário e ajustes nas políticas públicas, reforçando a necessidade de medidas integradas para lidar com a transição populacional em curso.

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