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CompartilheCompartilhe 0 O Brasil registrou em 2024 o menor número de mortes violentas intencionais desde o início da série histórica, em 2011. Foram 44.127 vítimas, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. A queda de 5% em relação ao ano anterior representa um avanço significativo na contenção de crimes como homicídios dolosos, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes provocadas por policiais. Apesar da redução geral, o país ainda contabiliza uma média de 17 mortes por dia causadas por policiais civis e militares, totalizando 6.243 casos em 2024. As vítimas, em sua maioria, são homens, negros e jovens entre 18 e 24 anos, evidenciando o persistente viés racial e social da letalidade policial. O relatório também indica queda em todos os tipos de roubos, que atingiram o menor nível da série histórica. Em 2024, foram 745.333 casos, uma redução de 50% em relação a 2018, quando o país registrou mais de 1,5 milhão de ocorrências. Em contrapartida, os estelionatos dispararam, atingindo a marca de 2.166.552 registros — um aumento de 408% em seis anos, ou quatro golpes por minuto no país. No que diz respeito à violência de gênero, os dados são alarmantes. O feminicídio bateu recorde em 2024, com 1.492 mulheres assassinadas por razões de gênero — uma média de quatro mortes por dia. Trata-se do maior número desde que o crime foi tipificado, em 2015. O relatório aponta que 18,3% das Medidas Protetivas de Urgência (MPUs) foram descumpridas, totalizando mais de 101 mil violações no último ano, o que revela falhas persistentes no sistema de proteção às mulheres. Outro dado preocupante é o aumento dos casos de estupro e estupro de vulnerável, com uma vítima a cada seis minutos. Entre os crimes sexuais, 76,8% das vítimas têm menos de 14 anos, reforçando a gravidade da violência contra crianças e adolescentes. Para especialistas, os dados revelam uma dupla realidade: de um lado, avanços importantes na redução da violência letal e dos crimes patrimoniais tradicionais; de outro, crescimento acelerado dos crimes digitais e da violência sexual e de gênero, exigindo respostas mais eficazes e políticas públicas integradas. O Fórum Brasileiro de Segurança Pública destacou a necessidade de investimentos em tecnologia, prevenção e fortalecimento das redes de proteção social e jurídica, além de uma política nacional que enfrente o racismo estrutural refletido nas estatísticas de letalidade policial. A segurança pública no Brasil vive, assim, um paradoxo: menos mortes nas ruas, mais crimes nos lares e nas redes.
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