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Entre janeiro e novembro de 2024, o Brasil registrou 29,7 milhões de hectares queimados, marcando um aumento alarmante de 90% em relação ao ano anterior e a maior área devastada pelos incêndios nos últimos seis anos. De acordo com o levantamento do MapBiomas, a Amazônia foi o bioma mais afetado, com 16,9 milhões de hectares queimados, dos quais 7,6 milhões corresponderam a florestas. O Cerrado, com 9,6 milhões de hectares, e o Pantanal, com 1,9 milhão, também foram severamente impactados.

O Pará liderou o ranking dos estados mais atingidos, com 6,9 milhões de hectares queimados, seguido de Mato Grosso (6,8 milhões) e Tocantins (2,7 milhões). As cidades de São Félix do Xingu, no Pará, e Corumbá, em Mato Grosso do Sul, registraram as maiores áreas devastadas, com 1,47 milhão e 837 mil hectares queimados, respectivamente. A crescente devastação dessas regiões coloca em risco a biodiversidade e contribui para o agravamento das mudanças climáticas, exigindo ações urgentes para o controle dos incêndios e a preservação dos biomas brasileiros.

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