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CompartilheCompartilhe 0 Embora o Brasil seja reconhecido mundialmente por ter uma das matrizes energéticas mais limpas do planeta e seja um dos maiores produtores de petróleo, milhões de famílias ainda vivem em situação de pobreza energética — sem acesso pleno, confiável ou acessível à eletricidade. Nesse cenário paradoxal, a discussão sobre uma transição energética justa se intensifica e se torna cada vez mais polarizada. De um lado, há pressões internacionais para uma rápida descarbonização, com foco no combate às mudanças climáticas e na redução do uso de combustíveis fósseis. De outro, especialistas e representantes do setor energético alertam para os riscos de uma mudança brusca, sem o devido planejamento, que pode agravar desigualdades sociais, comprometer a arrecadação pública e frear a inovação tecnológica. Segundo dados oficiais, o setor de óleo e gás é responsável por apenas 2% das emissões de gases de efeito estufa no Brasil — um número consideravelmente baixo se comparado a outros setores, como o desmatamento e a agropecuária. Ainda assim, o setor é frequentemente colocado sob pressão para acelerar sua transição. O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) defende o que chama de “evolução energética”, um modelo que aposta na combinação de fontes renováveis, como eólica e solar, com biocombustíveis e tecnologias de captura de carbono, mas sem ruptura abrupta com os combustíveis fósseis. A proposta busca garantir a segurança do suprimento energético, preservar empregos, promover justiça social e incentivar a inovação. “Não se trata de negar a importância da transição, mas sim de fazê-la com responsabilidade, reconhecendo a realidade brasileira e as diferentes etapas de desenvolvimento do país”, defende o IBP em nota recente. Enquanto países desenvolvidos aceleram seus cronogramas de descarbonização com forte apoio financeiro, países emergentes como o Brasil enfrentam o desafio de equilibrar compromissos climáticos com necessidades urgentes de combate à pobreza e promoção do desenvolvimento. A discussão sobre a transição energética no Brasil, portanto, vai além do debate ambiental: envolve escolhas econômicas, sociais e estratégicas. E, segundo especialistas, o sucesso dessa transição depende da construção de um consenso político que reconheça a complexidade do tema e que coloque os brasileiros — todos eles — no centro das decisões.
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