Feira Julina do Tabuão promete movimentar o Pelourinho com forró, gastronomia e muita animação 2 dias ago
Banda Gira D’Elas fortalece a liderança feminina no Samba Junino com instrumento feito de material reciclável 5 dias ago
“O Diabo Veste Prada 2” estreia nos cinemas e divide atenção com produções brasileiras 2 de maio de 2026
CompartilheCompartilhe 0 Mesmo com a rápida expansão das energias renováveis, o Brasil deve continuar explorando combustíveis fósseis nos próximos anos. Essa foi a avaliação unânime de empresários e especialistas durante o 24º Fórum Empresarial Lide, realizado nesta semana, que discutiu os rumos da matriz energética nacional no contexto da transição global para fontes mais limpas. O presidente da Shell Brasil, Cristiano Pinto da Costa, afirmou que o país pode — e deve — avançar simultaneamente na produção de petróleo e biocombustíveis, destacando a posição estratégica do Brasil na indústria energética global. “O país tem um papel relevante tanto nos combustíveis fósseis quanto nas energias renováveis. São caminhos complementares, não excludentes”, defendeu. Fontes energéticas coexistem, diz ex-ANP O ex-diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, David Zylbersztajn, também reforçou a ideia de coexistência entre diferentes fontes de energia. Ele lembrou que, historicamente, novas tecnologias energéticas não substituem imediatamente as antigas. “O carvão continua crescendo mesmo após o petróleo se consolidar como principal fonte. A transição energética é um processo, não uma ruptura imediata”, disse. Segundo Zylbersztajn, a demanda global por petróleo ainda será significativa por décadas, e o Brasil deve aproveitar suas reservas e tecnologia offshore para manter-se competitivo, enquanto investe de forma paralela em energias de baixo carbono. Produção brasileira é menos poluente Outro destaque do fórum foi o comentário de Roberto Gianetti da Fonseca, presidente do Lide Comércio Exterior, que apontou que a produção brasileira de petróleo hoje tem uma das menores pegadas de carbono do mundo. “Isso pode virar uma vantagem competitiva internacional, principalmente diante de exigências ambientais mais rigorosas nos mercados externos”, avaliou. Gianetti também defendeu a valorização de biocombustíveis, como o etanol e o biodiesel, nos quais o Brasil é líder global, e a inclusão desses ativos na estratégia nacional de descarbonização com impacto econômico positivo.
Esporte **Vozinha: o herói improvável que parou a Espanha e conquistou milhões nas redes sociais** 1 dia ago0
Brasil Wesley é cortado da Seleção Brasileira após sofrer lesão na perna esquerda 7 de junho de 20260
Brasil Rock in Rio abre vendas e aumenta expectativa para mais uma edição histórica 7 de junho de 20260
Policlínica de Escada ultrapassa 800 mil atendimentos e consolida papel estratégico na assistência especializada 19 horas ago
“Marco histórico para o estado”, diz Jerônimo Rodrigues ao autorizar início das obras em terra da Ponte Salvador–Itaparica 1 dia ago
Feira Julina do Tabuão promete movimentar o Pelourinho com forró, gastronomia e muita animação 2 dias ago
Banda Gira D’Elas fortalece a liderança feminina no Samba Junino com instrumento feito de material reciclável 5 dias ago
“O Diabo Veste Prada 2” estreia nos cinemas e divide atenção com produções brasileiras 2 de maio de 2026