Diana Guimarães, de 42 anos, morreu na tarde de terça-feira (25), por volta das 15h, no Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador. Ela era uma das vítimas da explosão de gás que atingiu casas na região do Casco, em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo baiano.
O acidente ocorreu na manhã da quarta-feira anterior, dia 19. A suspeita é de que a explosão tenha sido provocada por um vazamento em botijão de gás. Ao menos três imóveis foram atingidos: um deles ficou praticamente destruído, restando de pé pouco mais que o portão, enquanto as casas vizinhas tiveram vidros quebrados e outros danos estruturais.
Duas crianças também ficaram feridas
Além de Diana, duas crianças foram atingidas. Eloísa Silva Alves, de 9 anos, sofreu queimaduras nas pernas e no rosto, além de fratura no fêmur. Thalita, de 13 anos, teve queimaduras em grande parte do corpo e precisou ser encaminhada ao centro cirúrgico.
Três guarnições do 16º Batalhão de Bombeiros Militar (16º BBM) atenderam a ocorrência. As vítimas foram socorridas inicialmente por moradores e levadas ao hospital regional de Santo Antônio de Jesus, sendo depois transferidas para unidades de referência em queimados na capital.
A perícia deve concluir a origem exata do vazamento. Acidentes desse tipo costumam estar associados a mangueiras e reguladores fora do prazo de validade, botijões armazenados em ambientes sem ventilação e instalações improvisadas.
O Corpo de Bombeiros recomenda que o botijão fique sempre em área ventilada e nunca em locais fechados como armários; que mangueira e regulador sejam trocados dentro do prazo indicado pelo fabricante; e que, ao sentir cheiro de gás, o morador feche o registro, abra portas e janelas e evite acionar interruptores ou qualquer fonte de faísca.

